“Você está me tratando como um estranho”, ele disse, segurando a carta que eu tinha acabado de deixar na mesa. Eu olhei para ele, o homem que morava de graça na minha casa há 21 meses, que ocupou…
Eu gosto do silêncio da manhã. Não aquele silêncio que pesa, mas o que a gente conquista. Quando o café ainda está quente, a casa ainda dorme e a gente simplesmente fica ali, respirando. Foi isso que eu mais senti falta depois que a minha mulher morreu e que, em algum momento, eu reencontrei. Um … Read more