Eu sou o Osvaldo Ribeiro, tenho 64 anos e sou coronel reformado do exército. Naquela noite, eu estava saindo do supermercado quando vi um jaguar prateado entrar devagar no estacionamento. Não era o empresário do agronegócio, cheio de confiança, que desceu daquele carro. Ele tinha um corte fresco na maçã do rosto.

E ali mesmo, no meio do estacionamento, ele desabou a chorar. Um homem que tinha erguido um dos maiores criatórios de gado do estado, soluçando feito criança.


